efabula

efabula, para uma cultura do habitat

efabula é uma cooperativa cultural e atelier de arquitetura e investigação em artes e humanidades, fundada em 2019.

efabula explora outras formas de prática profissional, investigação e pedagogia.

efabula tem como áreas de atuação: a arquitetura, o urbanismo, o design, a curadoria, a educação e a edição.

efabula encara a arquitetura como profissão liberal de interesse público.

efabula promove a consciência crítica em relação ao ambiente construído (como habitat) e ao património material e imaterial (como produto cultural inegociável).

efabula atua como consultor e curador artístico, científico e técnico nos domínios da arquitetura e das artes e humanidades.

efabula colabora com instituições públicas e privadas e com profissionais liberais.

efabula estuda os impactos da produção espacial e da utilização dos recursos e promove a construção de narrativas ficcionais e jogos culturais, numa perspetiva ecológica integral.

efabula quer contribuir para uma nova cosmovisão societária através de projetos específicos de educação para a cidadania.

efabula coordena projetos de investigação interdisciplinares, reinventando metodologias e processos críticos para a qualificação dos espaços da urbanidade e da ruralidade.

efabula fomenta a cooperação estratégica e a participação pública na definição de políticas e procedimentos para um ambiente construído qualificado, e de planos e projetos que respondam a problemáticas do habitat, da habitação e do ser.

efabula desenvolve ações, estratégias e projetos nos domínios da arquitetura e das artes e das humanidades para pessoas, organizações e comunidades.

Contact

info@efabula.pt

+ 351 213 520 035

@efabula

vimeo.com/user113741113

Equipa

Lucinda Correia

Fundadora / Direção

Após concluir a licenciatura na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FA-UTL), Lucinda colaborou com ateliers de arquitetura em Lisboa e no Porto e, em 2011, cofundou o Artéria — humanizing architecture, um ateliê de arquitetura independente sediado em Lisboa, que explorava as dimensões social, cultural e artística da arquitetura. Na Artéria, desenvolveu, em coautoria, projetos de reabilitação como o Edifício Manifesto, Rua das Gaivotas 6 / Teatro Praga, projetos de casas particulares e de mobiliário. Também explorou investigações urbanas e abordagens curatoriais com Avenida Intendente, Ground Floor Act — Open Office / Ground Sessions e The Power Of Experiment/Satélite Nórdico, ambos para a Trienal de Arquitetura de Lisboa. Em 2014, a Artéria foi convidada a integrar a representação portuguesa na 14ª Exposição Internacional — La Biennale di Venezia com Lisbon Skyline Operation. Dois anos mais tarde, associou-se ao Canadian Centre for Architecture (CCA) para desenvolver o CCA c/o Lisboa, uma série de programas públicos em Lisboa que expandiram em algumas das linhas de investigação do CCA em Montreal. A par destes projetos, Lucinda foi professora convidada na Escola de Arquitetura de Umeå (UMA-Suécia) e na Pós-graduação em Design Thinking (IADE-Lisboa). Entre 2016 e 2018, integrou a Equipa e Conselho Editoriais do Jornal Arquitetos da Ordem dos Arquitetos, publicando diversos artigos. Em 2018, Lucinda deixou a Artéria para se dedicar à sua investigação de doutoramento no Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design (CIAUD) — Faculdade de Arquitetura, da Universidade de Lisboa, com uma Bolsa de Doutoramento da FCT. A sua tese, A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo, visa explorar e aprofundar as implicações recíprocas entre a conceção da legislação e a prática arquitetónica. Em 2019, Lucinda fundou a efabula — para uma cultura de habitat, cooperativa cultural e ateliê de arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. No mesmo ano, foi monitora convidada na Faculdade de Arquitetura, da Universidade de Lisboa (FA-ULisboa). Entre 2020-2022, Lucinda fez a curadoria de Counter-Architecture. Re-constructing Reality, um projeto de investigação colaborativa que foi desenvolvido a convite do maat museum — com quatro ações performativas, palestras e debates —, que resultou na publicação de um Livro Verde, um objeto crítico para refletir sobre o futuro daquilo a que chamamos "urbanidade". De igual modo, comissariou para a Rádio Antecâmara, uma estação de rádio de arquitetura, Territórios de Transgressão, uma série de dez podcasts sobre políticas públicas. Em 2023, irá participar numa residência de investigação na Cité Internationale des Arts sob recomendação da Académie d'Architecture de Paris. Atualmente, Lucinda desenvolve relações produtivas entre educação, práticas críticas de investigação e publicação, para além da prática de projeto. Escreve e publica em jornais e revistas especializados.

Marta Rema

Direção artística e comunicação

Escritora, curadora e tradutora. É licenciada em Filosofia e pós-graduada em Estudos Curatoriais, pela Universidade de Lisboa. Da sua formação fazem parte vários seminários sobre arte contemporânea, curadoria e comunicação. A partir de 1995, assumiu no seu percurso académico a inquietação com o silêncio na relação com a escrita, expandido o seu campo de investigação e produção a outras relações, nomeadamente a relação do silêncio com o corpo, com o tempo, com a linguagem, a música, o cinema e com as artes plásticas. Esta reformulação constante está espelhada no programa “As coisas fundadas no silêncio”, com 14 atividades em Lisboa, onde foi responsável pela conceção e direção artística, e no seu projeto de curadoria “Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero”, exposição que obteve o prémio Júlio Pomar (edição 2018-19) e que contou com a participação de Ana Pérez-Quiroga, Ana Pissarra, Cecília Costa, Fernando Calhau, Helena Almeida, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, João Maria de Gusmão e Pedro Paiva, Jorge Molder, Josefa d'Óbidos, Júlio Pomar, Luisa Cunha, Paulo Lisboa, Pedro Vaz, Ricardo Jacinto, Rui Chafes, Sandro Resende e Sara & André. O filme “Flor Azul”, de Raul Domingues, foi exibido numa parceria com entre o Atelier-Museu Júlio Pomar e a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema. O projeto encerrou com uma conversa em que participaram Joaquim Caetano (diretor do Museu de Arte Antiga) e António Guerreiro (cronista, editor e crítico literário). Comissariou também as exposições Como silenciar uma poeta, de Susana Mendes Silva, no Museu de Arte Contemporânea (2020), três exposições, na galeria Round the Corner, dos designers João Machado, "O efeito de um livro expandido para além da forma"; Margarida Garcia, "Wintering"; Sara Lamúrias, "The Birdwatchers" (2012). Trabalhou com as associações Artéria – Humanizing Architecture, Artes e Engenhos, Máquina Agradável e AADK Portugal; na produtora Terratreme Filmes com dois filmes de Susana Nobre, Vida Activa (2014) e Provas e Exorcismos (2015).
O seu percurso nas artes performativas inclui a participação enquanto intérprete em "Drifting/Em Deriva" de António Pedro Lopes e Gustavo Ciríaco (Negócio/ZDB, 2012). Criou "Jacarandá", que interpretou com Jonas Lopes (Teatro do Bairro, 2013); "Bardo", vídeo-performance com Sofia Borges na Galeria da Boavista (Demimonde 2012, Galeria da Boavista) e "Arlequina" (solo, Demimonde, 2013, Galeria da Boavista). No âmbito literário, publicou a peça de teatro "Como um quarto sem telhado" (Coleção de Textos de Teatro do Teatro D. Maria II), apresentada ao público no mesmo local no Festival de Leituras Encenadas, (2016), com encenação de Paula Diogo Carvalho. Escreveu e publicou textos em diversos jornais e revistas como o portal Buala e o texto "A minha mãe de homem", na Revista Pessoa.

Sara Reis

Arquitetura / Mediação

Colabora com o efabula studio desde a sua fundação, nomeadamente, na mediação do serviço educativo “Ópera de Volumes” (2019/2020). É arquiteta e fascinada por culturas e idiomas. Concluiu a licenciatura pela Faculdade de Arquitetura de Lisboa da Universidade Técnica de Lisboa (FA-UTL) em 2009. Durante os seus estudos frequentou a Fachhochschule Kaiserslautern, na Alemanha, no âmbito do Programa Erasmus (2006-2007). Realizou viagens a diferentes destinos para investigar a nível pessoal áreas urbanas de génese ilegal, entre as quais em Buenos Aires, Argentina, onde recebeu uma menção honrosa num workshop internacional sobre a intervenção em Villas Miseria (2008). Viveu em Benguela, Angola, onde fez voluntariado no campo da educação, nomeadamente na coordenação do Projeto de Alfabetização de Jovens e Adultos no bairro da Graça (2009-2010). Trabalhou como arquiteta em Berlim, colaborando nos ateliês de arquitetura AGP e Plankontor B (2011-2016). Paralelamente à arquitetura, pratica Capoeira (arte marcial afro-brasileira) desde 2008. Tem vindo a participar e organizar workshops nacionais e internacionais, e dá aulas regulares para jovens e adultos desde 2018. Desde 2017 tem trabalhado em Lisboa em diversos projetos.

Ricardo Batista

Produção executiva

Mestre em Performance e Instalação, licenciou-se em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Em 2009, iniciou o seu percurso na área cultural como Assistente de Produção na galeria Espaços do Desenho. Foi responsável pela criação, implementação e execução do projecto educativo VOXPOP para o Museu Coleção Berardo, em 2014. No ano seguinte, integrou a equipa de produção da galeria FRUTTA, em Roma, onde trabalhou com os artistas Yonatan Vinitsky e Gabriele De Santis. De 2017 a 2020, colaborou com a Direção-Geral das Artes no apoio à implementação do Novo Modelo de Apoio às Artes. Tem colaborado como produtor e coordenador de projetos para a 5ª (2019) e 6ª edição (2022) da Trienal de Lisboa. Paralelamente, tem complementado o seu percurso como ilustrador, com especial interesse no cartoon, ilustração científica e editorial.

Sílvia Guerra

Gestão financeira

Tem habilitação de Técnica Oficial de Contas pelo Centro de Estudos de Contabilidade (1995). Desempenhou funções em diversas entidades, tais como: Selmiconta-Gabinete de Contabilidade como escriturária (1988-1996), Gestiponte - Operação e Manutenção das Travessias do Tejo, como assessora financeira (1996-2000), SGLP-Soc. Mediação Imobiliária, Lda., Artes & Manhas - Artes Decorativas, Artes & Manhas II - Bar Galeria, e A.Pinheiro-Construção Civil, como gerente (2001-2008). Ao longo do mesmo período, acumulou funções como Técnica Oficial de Contas em diversas empresas. Desempenhou funções de contabilista e de apoio à gestão administrativa e financeira na Materiais Diversos (2007 a 2012) e na Revista Obscena (2010). Atualmente colabora como contabilista na produção de filmes na Ar de Filmes, Lda. e como gestora financeira na Re.Al, na Nova Companhia e na efabula.

Conferências

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10 Out. 22
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Exposições

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Prémios

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Imprensa

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